“Primeiro, uma pequena garrafa de Essência Demoníaca...” murmurou Yi Xia, enquanto pegava do próprio balcão uma pequena garrafa de coca-cola e a vertia no cadinho diante de si. No monitor do celular a
“Covardia…”
“Degradação…”
“Preguiça…”
“Mediocridade…”
“Insensatez…”
“Ganância…”
“Você… não tem nenhum valor…”
Na profundeza da noite, a escuridão era tão silenciosa quanto o prelúdio sombrio de uma tempestade torrencial.
O ar abafado parecia envolver as paredes como uma mortalha; no quarto, restava apenas o sibilo desesperado do ar-condicionado.
As malignidades tímidas que, à luz do dia, se escondiam, agora se agitavam na mente de Yi Xia como marés revoltas, inundando tudo!
Eram como um monstro indizível, desferindo garras e presas, liberando sem restrição aquela opressiva maldade!
Mate!
Destrua!
Salte do abismo, ou brandindo uma lâmina, ria demente!
Que tudo lamente em meio ao sangue e ao fogo!
“Fruído…”
Yi Xia virou-se na cama, impassível, como já o fizera inúmeras vezes ao longo dos anos.
Afinal, amanhã ainda precisava acordar cedo…
Bocejando, abriu os olhos, sentindo-os um tanto secos.
Talvez fosse culpa de ter assistido a muitos blockbusters ultimamente — será que a velha síndrome adolescente estava de volta?
Yi Xia não sabia ao certo, mas já se habituara.
Toda vez que a noite mergulhava em silêncio absoluto, ele ouvia as vozes sombrias que emergiam das profundezas de si mesmo.
Por vezes, tal era a malignidade e a obscuridade delas, que ele mal podia evitar franzir o cenho.
Não acreditava ser capaz de conceber tais pensamentos perversos.
Mas a escuridão jamais se dissipa diante das suas dúvidas; ela reverbera, proliferando nos momentos mai