Na primeira travessia, Tang Yue tornou-se a jovem senhorita do Clã Tang de Sichuan e, diante daquele Tang San que desde criança já tinha conduta duvidosa e ainda cometia furtos, ordenou aos anciãos qu
“Como podem macular a minha reputação sem prova alguma?!”
Na Seita Tang, no Penhasco do Desespero.
Diante daquele grupo de discípulos e anciãos, Tang San ergueu a mão, apontando para eles enquanto dizia, com a voz trêmula.
“Acusar você injustamente? Hah, Tang San, você roubou ou não roubou, e ainda diz que não sabe?”
“Desgraçado! Quando o trouxe de volta à Seita Tang para criá-lo, fui eu quem teve pena de você. Jamais imaginei que você escondesse tamanha malícia!”
“Que sujeito perverso! Atreveu-se até a roubar a técnica suprema da nossa seita; esse crime merece punição exemplar!”
“Se eu tivesse sabido disso, teria estrangulado você desde o começo!”
Todos falavam sem parar, um após o outro, até que Tang San ficou vermelho de vergonha.
Porque, de fato, eles não estavam errados. Ele realmente havia aprendido às escondidas a técnica suprema da Seita Tang.
Não só isso: até os esquemas de fabricação das armas ocultas ele havia visto por inteiro.
Mas e daí?
Todos eram da mesma seita; entre companheiros de seita, isso podia mesmo ser chamado de roubo?
Os membros da Seita Tang: …perdoem-nos, perdoem-nos, então era o famoso Tang “e daí se eu aprendi por conta própria”!
“Juro que jamais divulguei a técnica para ninguém. Por favor, acreditem em mim, eu...” Tang San tentou se explicar.
“Jura? Hã, e com que você pretende jurar? Com esse caráter sem valor, ou com essa boca comprida e imunda que você tem?”
A voz veio antes mesmo de a pessoa aparecer.
Assim que aquela voz feminina se extinguiu