Lei Lin, acompanhado de seu cérebro artificial, atravessa mundos e torna-se um aprendiz de feiticeiro de linhagem nobre. Valendo-se de suas vantagens inatas, dedica-se ao estudo das artes arcanas, con
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“Que dor de cabeça terrível...”
Essa foi a primeira sensação de Fang Ming ao recobrar a consciência: parecia que haviam lhe aberto uma fenda na cabeça, e a dor ameaçava rasgar-lhe o crânio.
O cenário diante de seus olhos sugeria que estava numa carroça, o corpo sendo sacudido a cada movimento do veículo, o que fazia o ferimento pulsar de dor, levando Fang Ming a respirar fundo e com dificuldade.
Abriu os olhos, observando o ambiente ao redor.
O que via eram paredes de tábuas rústicas, formando um cercado vazio; à volta, vários jovens de cabelos dourados e olhos claros, típicos do Ocidente, sentados com as pálpebras cerradas, meditando em silêncio—nenhum deles lhe dirigia sequer um olhar.
Parecia estar deitado sobre o piso de madeira; podia sentir o frio que emanava das tábuas sob seu corpo, ciente de que, se permanecesse ali, adoeceria com certeza. Apressou-se a levantar-se, lutando contra a dor.
Nesse momento, uma nova pontada lancinante atravessou-lhe o cérebro.
A dor surgiu abrupta, acompanhada por uma torrente de lembranças estranhas, tão intensas que Fang Ming revirou os olhos e tornou a desmaiar.
“Ei! Leylin! Acorda…”
Entre sonhos e delírios, Fang Ming ouviu uma voz, obrigando-o a abrir os olhos.
‘Atravessado para outro mundo?’ Fang