Uma alma marcial inútil, a Grama Azul Prateada? E, mesmo que sofra mutação, só alcança 0,5 de poder espiritual inato? E ainda por cima é defeituosa!? Eu… ainda bem, ainda bem, que li o original de cab
Fora da cidade de Notting, Vila Capim Solitário.
Ao alvorecer, o sol nascente espalhava uma luz morna e suave, como um bálsamo aveludado sobre o rosto. Uma brisa leve sussurrava pelos campos, enquanto nuvens esparsas cruzavam lentamente o horizonte.
— Crianças, sigam o tio para dentro — murmurou um ancião ao centro da praça da vila, diante de uma cabana de madeira de teto agudo, cuja porta ostentava o símbolo de uma espada. Amparado em sua bengala, ele se voltou com um sorriso afável para a fileira de meninos e meninas que o seguiam.
— Sim, vovô chefe da vila! — responderam as crianças, acenando obedientes com a cabeça.
Vendo tal cena, um homem de meia-idade ao lado do ancião sorriu e assentiu.
— Vamos, pequenos. Todos juntos.
Dito isso, virou-se, empurrou a porta e adentrou o recinto. Atrás dele, as crianças contornaram ordenadamente o ancião e seguiram em fila.
O ingresso era lento; no céu, nuvens densas, impelidas pelo vento matutino, corriam velozes, e sombras se espalhavam pelo solo, mergulhando os arredores numa penumbra súbita.
— CRASH! — Sem aviso, um raio branco e incandescente rasgou o céu, acompanhado de um estrondo aterrador.
— Vai chover! — gritou uma voz aguda.
Em meio ao clamor, um garoto da fila tombou ao chão, deixando sobre a terra apenas uma mancha enegrecida.
— Chefe! Xiaohai... — soaram exclamações de susto; figuras rápidas pularam para o lado, instintivamente.
O tom era de genuína preocupação, o reflexo, de honestidade pura.
— Céus, um raio em dia claro! — exclamaram os mo