Ao abrir os olhos, ela percebeu que havia sido drogada e jogada em um antro de mendigos! Ser considerada inútil pouco lhe importava; seu corpo era sedutor, sua aparência inofensiva, mas sabia pisotear
Socorro! O grito desesperado ecoou pelo salão, onde tudo estava em ruínas. Um homem, coberto de feridas, recuava freneticamente para salvar a própria vida.
À sua frente, uma fera mutante aterradora avançava, saliva escorrendo de sua boca ensanguentada, olhos selvagens fixos na presa viva que pretendia devorar a qualquer instante.
— Chega! — Nesse momento, uma voz aguda, cheia de charme e autoridade, ressoou do alto.
O som nítido de uma bala carregada. O cano frio e escuro de uma arma estava pressionado contra a nuca da besta. Quando aquela mulher chegou ali? A fera, famosa por sua astúcia, não percebeu nada; ela já estava em seu encalço.
— Da próxima vez, lembre-se: não coma no meu território. — Sua voz era indiferente, sem um traço de emoção, como o julgamento gélido de um carrasco.
Bang! Sangue espirrou. A cabeça da fera explodiu com um único tiro, tombando imediatamente.
Atrás, a mulher de cabelos longos esvoaçava ao vento. Seu traje negro justo delineava uma silhueta de curvas marcantes, pernas longas e retas calçadas com botas de salto alto negras. À cintura, uma espada antiga com uma bainha ornada por padrões vazados de aura misteriosa e sedutora.
Seu olhar era frio e implacável.
Ao redor, jaziam corpos de inúmeras feras abatidas.
— Você... você é Mil Término! — O homem, com o rosto coberto de sangue, olhou incrédulo para aquela beleza gelada, balbuciando.
Mil Término, a assassina. Esse nome tornou-se famoso da noite para o dia entre todas as organizações clandestinas, provocando arrepios só de ser mencion