Zhou Yang, um estadista incomparável que dedicou toda a vida ao seu país, renasceu, voltando ao remoto vilarejo montanhoso onde, em 1975, havia sido enviado para trabalhar no campo. Ao olhar para a or
Nação Huá. Um hospital misterioso.
No interior de um quarto de internação de segurança máxima, reinava um silêncio solene. Um idoso de setenta anos, repleto de tubos ligados ao corpo, jazia na cama, ditando com voz fraca suas últimas palavras. Ao redor dele, mais de uma dezena de homens de meia-idade, uniformizados, registravam tudo, concentrados em seus cadernos.
O único som que preenchia o ambiente era a voz rouca e débil do ancião, entremeada pelo sussurrar das canetas no papel.
Por longos minutos, o idoso relatou tudo o que lhe pesava no espírito; ao fim, deitou-se ofegante, o brilho dos olhos se apagando, como se a qualquer instante sua luz fosse se extinguir.
Nesse momento, uma figura ilustre, frequentemente vista na televisão, aproximou-se, o semblante triste. Disse:
— Mestre Zhou, todos memorizaram os planos de continuação do projeto que o senhor liderava. A organização me pediu para perguntar: há algum último desejo não realizado?
O olhar turvo do idoso pareceu ganhar brilho por um instante. Com o último fio de força, murmurou:
— Depois que eu me for... peço que minhas cinzas sejam enterradas com minha esposa e filhos, na equipe Babao Liang, do condado de Yunshan... Youwei... Bao’er... estou indo ao encontro de vocês...
A voz rareou até se extinguir, enquanto lentamente fechava os olhos.
O monitor cardíaco soou um alarme agudo; a linha do gráfico diminuía até se tornar reta.
Todos no quarto baixaram a cabeça em respeito, o coração tomado por pesar.
— Companheiros, anuncio agora uma notícia triste: