O Grande Macaco Rebelde

O Grande Macaco Rebelde

Autor: O cágado não é uma tartaruga.
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Aos pés da Montanha dos Cinco Elementos

Ao amanhecer, numa trilha montanhosa e acidentada, um jovem monge vinha cavalgando. Com uma das mãos segurava firme as rédeas, enquanto na outra empunhava um cajado dourado; a ampla túnica esvoaçava ao vento, e o robusto cavalo branco sob ele agitava a crina ao galope.

Seu ímpeto era como o de um bravo guerreiro avançando para a batalha. Diferente dos monges errantes comuns, era jovem, de feições belas, olhos intensos e determinados, mirando sempre à frente, destemido e resoluto. Seu rosto não expressava alegria nem ira; não tinha a fisionomia bondosa de outros monges, mas sim uma vontade firme e inabalável, difícil de descrever.

“Aqui é a Montanha dos Cinco Elementos.” Puxou as rédeas, e o cavalo branco parou abruptamente, relinchando e marcando o solo com os cascos.

Seu olhar começou a vasculhar as encostas.

“Quem está aí?” De um recanto quase deserto da montanha, uma mão peluda surgiu entre a relva. Afastando o mato, apareceu uma cabeça de macaco coberta de palha seca.

“Bah.”

Cuspiu duas hastes de capim que mascava, respirou fundo e, enchendo-se de fúria, gritou: “Não deixam ninguém dormir em paz! Cai fora, miserável!”

O eco do grito do macaco ressoou longamente pelas montanhas desertas.

“Ali?” O monge seguiu o som, esporeando o cavalo que avançou lentamente.

Logo, macaco e monge se encontraram.

No instante em que viu o macaco, o monge sorriu. O macaco, ao vê-lo, também riu, mas com escárnio.

“É você?” O macaco, pelo traje, logo reconheceu quem era e até a razão de sua vinda. A história muda, mas sempre

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